lyrics
Nos becos escuros, ele caminha,
Com a mão negra que todos evitam,
Um meio-elfo de alma sombria,
Com um grimório das costelas, ele retira.
(Pré-refrão)
Olhos de desdém, sorriso torcido,
Ele espalha medo, não é esquecido.
Suas vítimas são almas perdidas,
Velhinhas temem suas saídas.
(Refrão)
Balalaika, sua coruja, vigia do alto,
Com olhos de brasa, anuncia o assalto.
Colegas caem, sem compaixão,
No caminho sombrio da corrupção.
(Verso 2)
Nos cantos da noite, ele sussurra,
Encantos macabros que a mente perturba.
Risos de crueldade, ele não perdoa,
Enquanto sua coruja das sombras ecoa.
(Pré-refrão)
Seu grimório asqueroso e seu poder fatal,
Fazem de seu toque algo infernal.
Velhinhas fogem, mas ele as segue,
Num rastro sombrio que ninguém consegue.
(Refrão)
Balalaika, coruja fiel,
Guiando-o pelo caminho cruel.
Sangue de colegas no chão frio,
Ele é o rei do vazio sombrio.
(Ponte)
Ele dança nas trevas, um hino macabro,
Com sua mão preta e o grimório do pecado.
Riso ecoando em silêncio funéreo,
Ele reina sozinho, seu poder etéreo.
(Refrão Final)
Balalaika e ele, uma dupla mortal,
Sombras do caos, um feitiço infernal.