Letra da música
Quando eu ia para aquela fazenda
uma anciedade queimava sem dó
fim de semana chegava sem pena
um sentimento profundo que na garganta dava um nó
subia sentido a entrada, pulava a porteira fechada
admirando o som dos passaros
e o vento as folhas viradas
pra traz eu olhava e via de longe minha vó
hoje não passa de uma lembrança
o cheiro da terra, também as festanças
hoje choro querendo voltar
aquele belo tempo de criança
no cavalo castanho eu ia com meu vô
levar o leite no visinho
quão grande a alegria era a minha
levar a carroça domando as redeas sozinho
as pescas eram tão boas
o sorriso pulava sozinho
as brincadeiras eram tão bobas
e ainda sobra tempo pra cantar bem baixinho