Quando eu ia para aquela fazenda uma anciedade queimava sem dó fim de semana chegava sem pena um sentimento profundo que na garganta dava um nó subia sentido a entrada, pulava a porteira fechada admirando o som dos passaros e o vento as folhas viradas pra traz eu olhava e via de longe minha vó hoje não passa de uma lembrança o cheiro da terra, também as festanças hoje choro querendo voltar aquele belo tempo de criança no cavalo castanho eu ia com meu vô levar o leite no visinho quão grande a alegria era a minha levar a carroça domando as redeas sozinho as pescas eram tão boas o sorriso pulava sozinho as brincadeiras eram tão bobas e ainda sobra tempo pra cantar bem baixinho