tekst piosenki
[Intro]
Sob ramos frios, sem nome ou lar,
Um bebê deixaram ao vento e ao luar.
[Verse 1]
Ravel cresceu pelas ruas de Falnor,
Com fome no bolso e coragem no olhar.
Aprendeu que um sorriso desarma o temor,
E que a própria sorte se pode enfrentar.
[Pre-Chorus]
Mas certa noite, entre prata e oração,
As portas do templo se abriram pra ele.
Alba, da lua, tocou-lhe a mão,
E a noite mostrou outro rumo à pele.
[Chorus]
Ravel, paladino da lua a brilhar,
Com riso insolente e espada a erguer.
Defende os perdidos, não teme lutar,
Mas busca o começo que não pôde ver.
Quem foi que o deixou na floresta ao nascer?
Que nome escondido ele há de trazer?
[Verse 2]
No templo jurou sob o céu de marfim,
Levando a luz de Alba ao caminho cruel.
Convicto, sorrindo, avança até o fim,
Como se o perigo se curvasse a ele.
Mas cada vitória lhe deixa um sinal,
Um brasão partido, uma voz no vendaval.
[Pre-Chorus]
E quando a lua desenha o passado,
Há passos antigos chamando por ele.
Uma canção que alguém lhe cantava,
Um rosto que a névoa não deixa reconhecer.
[Chorus]
Ravel, paladino da lua a brilhar,
Com riso insolente e espada a erguer.
Defende os perdidos, não teme lutar,
Mas busca o começo que não pôde ver.
Quem foi que o deixou na floresta ao nascer?
Que nome escondido ele há de trazer?
[Bridge]
Se o sangue é segredo, que fale a estrada.
Se o medo o persegue, que venha também.
Não quer uma coroa, nem vida encantada,
Só quer saber de onde veio — e de quem.
Alba, conserva tua luz sobre mim,
Até que eu encontre a verdade no fim.
[Final Chorus]
Ravel, paladino da lua a brilhar,
Com riso insolente e espada a erguer.
Defende os perdidos, não teme lutar,
E encara as raízes que teme entender.
Da mata esquecida ao templo lunar,
Seu próprio passado irá desvelar.
Ravel, teu caminho começa ao lembrar.
[Outro]
Sob ramos frios, já não está só;
A lua conhece seu nome e seu pó.
Styl muzyki
Épico medieval cinematográfico, balada de fantasia com orquestração sinfônica e coro amplo. Começa com harpa dedilhada, cordas graves e flauta evocando uma floresta; cresce em versos com tambor de guerra, alaúdes e metais; refrão grandioso, melódico e triunfante, com coro apoiando um vocal masculino expressivo. Ponte dramática e íntima sobre o passado perdido, depois retorno explosivo ao refrão final. Produção rica, dinâmica, narrativa e heroica.