A CAGADA

880

Muziek gemaakt door Alfredo Assumpção met Suno AI

A CAGADA
v4

@Alfredo Assumpção

A CAGADA
v4

@Alfredo Assumpção

Songteksten
Correndo se senta, abre a venta, segura o jornal, faz força e tenta.
Suando frio, tá mal, aperta o jornal, como todo mortal. Que tal?
Arde por baixo, bem animal. Pelo qual e tal e qual tudo fica sempre igual.
Com pressa tenta ler. Nas entrelinhas é que vê, o Brasil a se perder.
Sente a ardência no rabo. Fica brabo. Sente a dor no rabo o pobre diabo.

Chegará por baixo o que lê. Merda e sabe o porque. Tudo igual ele bem crê.
Eu igual a você, sem poder. Do futuro à mercê. Sete palmos, vão ser.
Abaixo do solo pátrio, pode crer. Todo figurão no jornal vai morrer.
E, vamos morrer, eu e você. Não adianta correr. Relaxa que o pau vai comer.

O escroto murcho, bem vê. Muito suor de força fazer. Continua tentando ler.
Faz força, geme e peida. Cria coragem e mais peida. Faz força e mais peida.
A merda resiste em sair, como político que não quer partir. Quer ficar e insistir.
Se reelege sem merecer e não desgruda do poder. Tudo pode e quer se manter.

Ele se sente impotente, mas ainda crente, faz força, aperta o baixo ventre.
De si mesmo se faz rir. Na última instância pensa em parir. Do anal deixar fluir.
A merda que não quer sair. Teimosa e profunda, resiste entrincheirada na bunda.

Tenta relaxar, para, vai saber?... cagar. A vista para o jornal se faz voltar.
Está amassado, chega à surtar. Impossível ler e se deleitar. Põe-se a rezar.
Pernas esticadas e a bunda à levantar. Quem sabe assim Deus se apiedará,
Abrindo-lhe a bunda para enfim cagar. Saindo a merda que tanto quer cagar.

Revoltado e sabe bem porque. Voto errado, ele crê, rango ruim o fizeram comer.
Mas, enfim surge, irradiante e bela, a rainha cinderela, cheirosa e amarela.
Finalmente caga. Lê e se afaga. Por fronte e vértebras vaga, um arrepio que não se paga.

Contrai o ventre, estufa a veia do pescoço, caga fino e caga grosso o pobre moço.
Contrai o ventre, estufa a veia do pescoço, caga mais fino e mais grosso o pobre moço.
Contrai o ventre, estufa a veia do pescoço, caga mais fino e mais grosso o pobre moço.

No jornal encontra o político mais grandão e nele mira seu gesto de ablução.
Limpa a bunda e o caga. Joga-o na privada como praga. Todo mal aqui se paga.
Aperta a descarga o político rodopia e se larga, ninguém mais terá a vida amarga.

Um último peido solta alto, acorda o planalto, da privada vem o respaldo.
Depois do peido, torna seu curso normal, pra ninguém quer o mal, nada fatal.
Cueca e calça no lugar, saindo para a vida ganhar, à pátria amada retornar.
Continuar a amar. Por aqui ou ali cagar. Mas, sem nunca roubar. O que que há?!...
Sem nunca roubar, o que que há?... Não se cagar, não se sujar, o que que há?...
Nunca roubar. Só pode cagar e sem roubar. Pra não se sujar. Cagar e não roubar.
Stijl van muziek
Fast Dancing Hip-Hop and Reaggaeton - Man's voice - Brazilian Accent - Caribean Style - Arrangements from Caribe and Porto Rico

Je houdt misschien van

Cover van het nummer Aranyosi Ervin: Szeretettel élve
v4

Gemaakt door Aranyosi Ervin met Suno AI

Cover van het nummer Dunakeszi
v4

Gemaakt door szhemi met Suno AI

Cover van het nummer Un père révélé
v4

Gemaakt door queen Sevrus met Suno AI

Gerelateerde afspeellijst

Cover van het nummer Тихий дрон
v4

Gemaakt door Oksana Sunbeam met Suno AI

Cover van het nummer Балабақша
v4

Gemaakt door Назира met Suno AI

Cover van het nummer Zostań Jeszcze Chwilę
v5

Gemaakt door Jerzyna K met Suno AI