[Intro]
Antes do nome, antes do chão,
no ventre do nada dormia o clarão.
[Verse 1]
Do vazio ergueu-se Nox, senhor da escuridão,
fez mares sem margens, montanhas de pedra e carvão.
Abriu cavernas fundas, chamou a lua ao céu,
e deu forma às feras sob seu manto de breu.
Para a noite eterna, fez criaturas andar;
o mundo era vasto, mas faltava despertar.
[Verse 2]
Então veio Lux, irmã de Nox, trazendo a manhã,
fez folhas nas árvores, raízes na terra irmã.
Pôs asas nos campos, pôs vida no rio,
e fez a humanidade erguer-se do chão frio.
Mas as feras caçavam quem mal sabia correr;
Lux criou o sol: tempo para aprender.
[Chorus]
Nox fez a noite, Lux acendeu o dia,
maré, montanha, vida e ventania.
Do escuro à luz, do poente ao nascer,
o mundo encontrou seu ritmo pra viver.
[Verse 3]
Mais tarde, Sidus despertou numa noite sem fim,
viu barcos perdidos longe da costa, sem caminho nem fim.
Viu gente entre as árvores, fugindo do predador,
pequenas mãos buscando abrigo e calor.
Então semeou estrelas por todo o céu profundo,
para guiar os passos dos viajantes do mundo.
[Bridge]
Uma luz sobre as águas, um rumo no mar,
um sinal para quem teme voltar a errar.
Cada estrela acesa, promessa a brilhar:
mesmo no breu, há caminho a encontrar.
[Chorus]
Nox fez a noite, Lux acendeu o dia,
Sidus pôs estrelas na imensa travessia.
Do escuro à luz, do poente ao nascer,
o mundo encontrou seu ritmo pra viver.
[Outro]
E a noite descansa, e o sol torna a vir;
as estrelas vigiam quem precisa seguir.
Três nomes no céu, três forças a guiar:
Nox, Lux e Sidus — o mundo a cantar.
[Intro] Antes do nome, antes do chão, no ventre do nada dormia o clarão. [Verse 1] Do vazio ergueu-se Nox, senhor da escuridão, fez mares sem margens, montanhas de pedra e carvão. Abriu cavernas fundas, chamou a lua ao céu, e deu forma às feras sob seu manto de breu. Para a noite eterna, fez criaturas andar; o mundo era vasto, mas faltava despertar. [Verse 2] Então veio Lux, irmã de Nox, trazendo a manhã, fez folhas nas árvores, raízes na terra irmã. Pôs asas nos campos, pôs vida no rio, e fez a humanidade erguer-se do chão frio. Mas as feras caçavam quem mal sabia correr; Lux criou o sol: tempo para aprender. [Chorus] Nox fez a noite, Lux acendeu o dia, maré, montanha, vida e ventania. Do escuro à luz, do poente ao nascer, o mundo encontrou seu ritmo pra viver. [Verse 3] Mais tarde, Sidus despertou numa noite sem fim, viu barcos perdidos longe da costa, sem caminho nem fim. Viu gente entre as árvores, fugindo do predador, pequenas mãos buscando abrigo e calor. Então semeou estrelas por todo o céu profundo, para guiar os passos dos viajantes do mundo. [Bridge] Uma luz sobre as águas, um rumo no mar, um sinal para quem teme voltar a errar. Cada estrela acesa, promessa a brilhar: mesmo no breu, há caminho a encontrar. [Chorus] Nox fez a noite, Lux acendeu o dia, Sidus pôs estrelas na imensa travessia. Do escuro à luz, do poente ao nascer, o mundo encontrou seu ritmo pra viver. [Outro] E a noite descansa, e o sol torna a vir; as estrelas vigiam quem precisa seguir. Três nomes no céu, três forças a guiar: Nox, Lux e Sidus — o mundo a cantar.