가사
[Verso 1]
Acorde, o povo atravessa,
Cada um em seu território,
Fang Hao, de olhos abertos,
Um fazendeiro em solo inglório.
Mata o senhor com raiva,
Aumento de cem vezes na sorte,
Caminho do senhor se reabre,
Num império de mortos, minha forte.
[Pré-Refrão]
Quando todos lutam para viver,
Coletando recursos, sobrevivendo,
Os meus montes de ossos se erguem,
As forças vizinhas temendo.
[Refrão]
Se tudo é tão frio, só me resta aquecer,
Sob um enxoval de desdém,
Em um mundo vazio, só restou a mim e a você.
Quem eu sou?
Sem um nome, então quem eu sou? O que eu sou?
Um monstro?
[Verso 2]
Equidade em mortes, fortes não se diferenciam,
Meus recursos acumulam-se, montanhas de desilusão,
Destruindo forças vizinhas, minha nação cresce,
Um império de mortos, na sombra da redenção.
[Ponte]
Meus olhos são a fonte,
Onde o medo se esconde,
Só se encontra apenas a dor,
De quem ouviu falar,
De um ser não nomeado,
Que visa mudar o mundo,
Com seu olhar profundo.
[Refrão]
Se a morte decidiu que eu ficarei, eu ficarei,
Se seu desejo é a morte, eu matarei, matarei!
Vidas não são especiais se existem vidas de monte,
Mortes são especiais, então eu as farei de monte.
[Saída]
Um reflexo quebrado,
E um espelho tão sádico,
Mantendo esporádicos,
Efêmeros traços de quem eu sou.
Sem um nome, então quem eu sou? O que eu sou?
Um monstro?
Equidade em mortes,
Fortes não se diferenciam aqui,
Os monstros estavam atrás das portas,
Meu papel foi só as abrir.
E ao deparar-se com um conto infantil,
Se viu,
Notou não ser tão diferente do tal monstro,
E recordou um passado frio.
[Final]
Quem me fez viver, vai ter que desfazer,
Que apoteose infinda que eu trouxe pra você.
Quem eu sou?
Sem um nome, então quem eu sou? O que eu sou?
Um monstro?