Dalszöveg
(Verso 1)
Ele tem 35, mas parece que tem mais,
Pele parda brilhando, de histórias, é capaz.
O cabelo já foi, e agora é só ilusão,
A calvície chegou, não tem mais solução.
(Refrão)
Corre estranho, como um passarinho,
Mas o doce é que é seu caminho.
Pensamentos que não param de girar,
Na dicção, até tenta, mas vive a tropeçar.
(Verso 2)
Ele fala, mas ninguém entende o que quer dizer,
As palavras saem tortas, difícil de compreender.
Mas quem o conhece sabe que o coração é bom,
Mesmo com os doces, ele tenta ficar são.
(Refrão)
Corre estranho, como um passarinho,
Mas o doce é que é seu caminho.
Pensamentos que não param de girar,
Na dicção, até tenta, mas vive a tropeçar.
(Ponte)
Vive no mundo das ideias, um turbilhão,
Sempre preso na sua própria confusão.
Mas ele ri, se diverte com a vida,
Mesmo com as falhas, ele segue na corrida.
(Refrão)
Corre estranho, como um passarinho,
Mas o doce é que é seu caminho.
Pensamentos que não param de girar,
Na dicção, até tenta, mas vive a tropeçar.
(Final)
É um homem único, cheio de singularidade,
Com suas manias, ele vive na realidade.
E mesmo com os desafios que enfrenta,
Segue em frente, pois a vida o alimenta.