Dalszöveg
*(Verso 1)*
Pedro Pão voltou, quer tentar de novo,
Mas o povo lembra bem quem ele foi.
Fechou a polícia, o cartório eleitoral,
Deixou a cidade sem rumo, só o caos.
*(Pré-refrão)*
Cemitério superfaturado, internet inflada,
As contas rejeitadas, vergonha escancarada.
Enquanto o povo sofria, ele lá na sua terra,
Bebendo com os amigos, ignorando a guerra.
*(Refrão)*
Pedro Pão, Pedro Pão,
Promete o futuro, mas só traz ilusão.
Corrompeu, enganou, agora quer voltar,
Mas o povo não esquece, não vai mais te votar.
*(Verso 2)*
Quem mandava era Roque Granex e Sânio,
Secretários poderosos, donos do cenário.
Enquanto Pedro descansava, a cidade sofria,
Abandonada à própria sorte, sem esperança, sem alegria.
*(Pré-refrão)*
Fórum fechado, justiça calada,
Na mesa do tribunal, a verdade registrada.
Agora ele tenta apagar o que fez,
Mas o povo sabe, não vai cair outra vez.
*(Refrão)*
Pedro Pão, Pedro Pão,
Promete o futuro, mas só traz ilusão.
Corrompeu, enganou, agora quer voltar,
Mas o povo não esquece, não vai mais te votar.
*(Ponte)*
Seu tempo passou, a cidade acordou,
Deixou pra trás a dor que você causou.
Enquanto você bebia, o povo resistia,
Agora é tarde, sua chance já se foi.
*(Refrão final)*
Pedro Pão, Pedro Pão,
Promete o futuro, mas só traz ilusão.
Corrompeu, enganou, agora quer voltar,
Mas o povo não esquece, não vai mais te votar.