Dalszöveg
Da terra das araucárias e da mais pura erva mate,
eu venho dando combate aos que ofuscam memórias,
temendo perder as glórias escondem o meu estado,
berço de seres honrados que marcaram nossa história.
Quem foi Emiliano Perneta perguntei a um cidadão,
que vive na ilha da ilusão como tantos nós vivemos,
estrangeiros conhecemos seus feitos versos e guerras,
poetas da nossa terra se existem nós não sabemos.
Viajo com Ciro Silva poeta de Campo Largo,
enquanto tomo um amargo para matara saudade
Vejo toda a humanidade com um olhar periférico,
no avião estratosférico do poema igualdade.
Meu Paraná de riquezas de poetas e escritores,
de atrizes e atores que nãos e conta nos dedos,
mas não deve ser segredo para um jovem morretense,
a tela paranaense de Manoel de Azevedo.
Que orgulho ver o meu filho sorrindo falar pra mim,
quem foi Romário Martins e quem foi Davi Carneiro,
que os jovens brasileiros conheçam de norte a sul,
a lenda da gralha azul de Eurico Branco Ribeiro.
Revivo a eterna lenda ao ler Euclides Bandeira,
ao defensor das fronteiras Ermelino de Leão
tomara que neste chão ainda eu veja um garoto,
lendo Erasmo Piloto o herói da educação.
O velho que está cansado quer voltar a ser criança,
que leia Serafim França e a arca de Noé,
e aquele que finca o pé na busca de um tesouro,
deve ler a mãe de ouro do grande Vasco José.
Vera Vargas, Júlia da Costa e Graciéte Salmôn,
rainhas da emoção com poesia e sonetos,
ei de mostrar eu prometo para os jovens deste tempo,
o livro poesias do tempo de Aluízio Finzêto.
Salve Bento Mussurunga e Domingos Nascimento,
o nosso agradecimento pelas belezas que há,
na terra de Guairacá compuseram em sintonia,
a mais bela poesia o hino do Paraná.