Dalszöveg
[Verse]
Tipo terremoto, quebrando no chão,
Rimas que explodem, revolução na mão,
A voz da rua, ecoando o sermão,
Nenhuma fronteira segura o vulcão.
[Verse 2]
Cidade caótica, a faísca acendeu,
Poder nas mãos de quem nunca cedeu,
Grito de guerra, o silêncio morreu,
Na batida pesada, a verdade só cresceu.
[Chorus]
Olha só, nas ruas a chama,
Mulheres guerreiras, levantam a espada,
Com tons de chave, mentes iluminadas,
Revolta de alma, fronteiras quebradas.
[Verse 3]
Correndo na veia, sangue de fogo,
Implacável corrente, ninguém segura o jogo,
Povão unido, quebrando o protocolo,
Fronteiras invisíveis, rompem o estorvo.
[Verse 4]
Acorda dorminhoco, o dia já vem,
Ruas fervendo, só os fortes se erguem,
Cintila o neon, o futuro contém,
Rimas inflamadas, o poder também.
[Chorus]
Olha só, nas ruas a chama,
Mulheres guerreiras, levantam a espada,
Com tons de chave, mentes iluminadas,
Revolta de alma, fronteiras quebradas.