[Intro]
Sob a lua, o selo estremecia,
Chronicas dormia sem saber.
Serj traçou no pó a profecia:
Quando a tormenta vier, vai renascer.
[Verse 1]
O deus alquimista ergueu a mão,
Chamou heróis de um mundo além.
Mas cada alma achou outra prisão,
Um corpo estranho, um novo alguém.
Kazuma, escama rubra, lâmina na mão,
Samurai sob o peso do destino.
Anne caçadora, mil faces na escuridão,
Shadow, princesa, passo clandestino.
Dafiny, arco mágico, coragem a guiar,
Yue, raposa, faz a vida florescer.
E Sebastian, trovão pronto a despertar,
No corpo de Serj — sem ninguém perceber.
[Pre-Chorus]
Marcharam juntos, sem ver a cicatriz,
O general sorria por trás do olhar.
Cada vitória aproximava o que ele quis,
Cada segredo o ajudava a enganar.
[Chorus]
Que venha a tormenta, que o céu se parta,
Que o selo se renda ao meu querer!
Serj, general, abre a última carta,
E o mundo de Chronicas vai tremer!
Quatro máscaras, sangue no altar,
Três almas sombrias, uma pura a cair.
Quando os heróis terminarem de matar,
A força da tormenta será minha enfim!
[Verse 2]
Sebastian caiu em sacrifício,
E o corpo antigo tornou a obedecer.
Serj retomou seu trono e artifício,
Pronto para o plano florescer.
Marc vestiu a máscara primeira,
Monik, a segunda, jurou servir.
Tommy, puro, foi a terceira face,
Jason, dentro dele, a quarta a surgir.
Três condenados, um coração inocente,
Quatro destinos presos num ritual.
Os heróis golpearam, crendo fazer justiça,
E o selo cedeu ao vendaval.
[Pre-Chorus]
A lua apagou seu brilho no chão,
As runas se abriram, rachando o lugar.
Serj revelou a verdade e a intenção:
“Agora, Chronicas, aprende a temer.”
[Chorus]
Que venha a tormenta, que o céu se parta,
Que o selo se renda ao meu querer!
Serj, general, abre a última carta,
E o mundo de Chronicas vai tremer!
Quatro máscaras, sangue no altar,
Três almas sombrias, uma pura a cair.
Quando os heróis terminarem de matar,
A força da tormenta será minha enfim!
[Bridge]
Asas de ruína cobrem os montes,
Garras de ferro rompem o chão.
Do rasgo entre mundos, marcham aos milhares,
O exército avança, sem hesitação.
Heróis, erguei-vos — se ainda há caminho!
A culpa também pode ser redenção.
Mas Serj cresce, monstruoso e sozinho,
Com tempestade pulsando no coração.
[Final Chorus]
Que venha a tormenta, que o céu se parta,
Que o selo se renda ao meu querer!
Serj, general, já não usa máscara,
Um monstro imenso se ergue para vencer!
Quatro máscaras, o ritual consumado,
Os exércitos rompem o portal.
Chronicas desperta, o mundo ameaçado—
E a tormenta começa afinal!
[Outro]
Sob a lua, o selo já não brilhava.
Ao longe, mil passos fizeram tremer.
Serj contemplou o mundo que entregava:
“Que a tormenta escolha quem vai sobreviver.”
[Intro] Sob a lua, o selo estremecia, Chronicas dormia sem saber. Serj traçou no pó a profecia: Quando a tormenta vier, vai renascer. [Verse 1] O deus alquimista ergueu a mão, Chamou heróis de um mundo além. Mas cada alma achou outra prisão, Um corpo estranho, um novo alguém. Kazuma, escama rubra, lâmina na mão, Samurai sob o peso do destino. Anne caçadora, mil faces na escuridão, Shadow, princesa, passo clandestino. Dafiny, arco mágico, coragem a guiar, Yue, raposa, faz a vida florescer. E Sebastian, trovão pronto a despertar, No corpo de Serj — sem ninguém perceber. [Pre-Chorus] Marcharam juntos, sem ver a cicatriz, O general sorria por trás do olhar. Cada vitória aproximava o que ele quis, Cada segredo o ajudava a enganar. [Chorus] Que venha a tormenta, que o céu se parta, Que o selo se renda ao meu querer! Serj, general, abre a última carta, E o mundo de Chronicas vai tremer! Quatro máscaras, sangue no altar, Três almas sombrias, uma pura a cair. Quando os heróis terminarem de matar, A força da tormenta será minha enfim! [Verse 2] Sebastian caiu em sacrifício, E o corpo antigo tornou a obedecer. Serj retomou seu trono e artifício, Pronto para o plano florescer. Marc vestiu a máscara primeira, Monik, a segunda, jurou servir. Tommy, puro, foi a terceira face, Jason, dentro dele, a quarta a surgir. Três condenados, um coração inocente, Quatro destinos presos num ritual. Os heróis golpearam, crendo fazer justiça, E o selo cedeu ao vendaval. [Pre-Chorus] A lua apagou seu brilho no chão, As runas se abriram, rachando o lugar. Serj revelou a verdade e a intenção: “Agora, Chronicas, aprende a temer.” [Chorus] Que venha a tormenta, que o céu se parta, Que o selo se renda ao meu querer! Serj, general, abre a última carta, E o mundo de Chronicas vai tremer! Quatro máscaras, sangue no altar, Três almas sombrias, uma pura a cair. Quando os heróis terminarem de matar, A força da tormenta será minha enfim! [Bridge] Asas de ruína cobrem os montes, Garras de ferro rompem o chão. Do rasgo entre mundos, marcham aos milhares, O exército avança, sem hesitação. Heróis, erguei-vos — se ainda há caminho! A culpa também pode ser redenção. Mas Serj cresce, monstruoso e sozinho, Com tempestade pulsando no coração. [Final Chorus] Que venha a tormenta, que o céu se parta, Que o selo se renda ao meu querer! Serj, general, já não usa máscara, Um monstro imenso se ergue para vencer! Quatro máscaras, o ritual consumado, Os exércitos rompem o portal. Chronicas desperta, o mundo ameaçado— E a tormenta começa afinal! [Outro] Sob a lua, o selo já não brilhava. Ao longe, mil passos fizeram tremer. Serj contemplou o mundo que entregava: “Que a tormenta escolha quem vai sobreviver.”