[Verse 1] Nasci com pó no sapato E o nome preso à minha voz Meu avô lia o caminho Na fumaça de um fogão após Minha mãe dizia, "aguenta" Quando a vida vinha torta Eu aprendi cedo na rua Que a honra nunca se corta
[Pre-Chorus] Levo a casa no peito Levo a terra nas mãos Se o mundo fecha a porta Eu faço estrada do chão
[Chorus] Sou cigano de Portugal Sou filho do mesmo sol (De Portugal) Com a noite às costas, vou E não baixo o meu farol (Sou cigano) Sou cigano de Portugal
[Verse 2] No mercado, olho firme Sempre senti o peso entrar Mas vendi paneiros, prata Pra ninguém me ver dobrar À volta da fogueira, cantam Os velhos com a dor bonita E cada história que eu trago É uma janela aberta à vida
[Pre-Chorus] Levo a casa no peito Levo a terra nas mãos Se o mundo fecha a porta Eu faço estrada do chão
[Chorus] Sou cigano de Portugal Sou filho do mesmo sol (De Portugal) Com a noite às costas, vou E não baixo o meu farol (Sou cigano) Sou cigano de Portugal
[Bridge] Se me chamam de passagem Eu respondo: "sou raiz" Porque onde encosto a alma Fica um pedaço feliz E se o medo quer mandar Eu olho fundo e digo assim (Não me tiram o caminho) Nem o sangue que há em mim
[Final Chorus] Sou cigano de Portugal Sou filho do mesmo sol (De Portugal) Com a noite às costas, vou E não baixo o meu farol (Sou cigano) Sou cigano de Portugal
A zene stílusa
Portuguese rumba-pop with male vocals, swung handclaps and acoustic guitar patterns, steady percussion and bass pulse; verse rides sparse with voice, palmas, and nylon-string guitar; pre-chorus lifts with stacked gang chants and a tambourine push; chorus opens with claps, accordion flourishes, and call-and-response doubles. Close-mic lead, earthy ad-libs, short delay throws on the hook, bright and forward mix with warm room tone.