[Verse 1] Chega com passo torto Eu vejo teu teatro cair Teu brilho é de plástico Meu corte é pra ferir
Olho no olho, agora Você não sabe insistir Minha voz bate seco Te faz recuar daqui
[Pre-Chorus] Sobe a poeira Sente o chão tremer Eu tô na mira Mas vou te vencer
Não pede calma Não vem me distrair Quando eu avanço É melhor sair
[Chorus] Na maré de areia Eu vou te dobrar Na maré de areia Ninguém vai me parar
Na maré de areia Pode até tentar Na maré de areia Eu nasci pra ganhar
[Verse 2] Teu grupo fala alto Mas some quando eu passo Eu corto a onda toda Sem perder o compasso
Você quer meu espaço Mas não aguenta o tranco Eu guardo cada golpe E devolvo no banco
Teu nome vira pó Na boca de quem viu Meu lado não vacila Meu peito nunca caiu
[Pre-Chorus] Sobe a poeira Sente o chão tremer Eu tô na mira Mas vou te vencer
Não pede calma Não vem me distrair Quando eu avanço É melhor sair
[Chorus] Na maré de areia Eu vou te dobrar Na maré de areia Ninguém vai me parar
Na maré de areia Pode até tentar Na maré de areia Eu nasci pra ganhar
[Bridge] Agora olha bem Quem ficou de pé Teu plano se perdeu No meio da maré
Eu vim de longe Sem baixar a mão Quando eu fecho a ronda Vira multidão
[Chorus] Na maré de areia Eu vou te dobrar Na maré de areia Ninguém vai me parar
Na maré de areia Pode até tentar Na maré de areia Eu nasci pra ganhar
A zene stílusa
Arabic trap battle anthem with dembow-tinged percussion, sharp clap stacks, rattling hi-hats, and a dry handdrum loop under a heavy sub pulse; verse rides sparse and taunting, pre-chorus tightens with rising toms and chopped crowd shouts, chorus hits with a chanty hook and doubled gang vocals. Add reverse swells into each drop, brass stabs on the hook turn, and a dusty, wide mix with close-mic lead vocals and gritty ad-libs on the edges.