[Verso 1] Acordo cedo, café na mão Olho o espelho, vejo revolução Cabelo preso, corpo cansado Mesmo assim, eu sigo ao meu lado
[Verso 2] Já carreguei peso que não era meu Já me culpei por sonho que morreu Hoje eu me visto de sinceridade Passo batom, saio pra liberdade
[Refrão] O direito da mulher é ser feliz Ser dona da rua, ser raiz É rir alto, é dizer que não É escolher seu tempo, sua direção O direito da mulher é ser feliz Plantar o próprio céu que sempre quis É dançar sozinha pelo país E abraçar o próprio cicatriz
[Verso 3] Quantas vozes mandando calar Mas minha voz nasceu pra cantar Não sou metade de ninguém Inteira assim, do jeito que me vem
[Ponte] Se eu quiser filho, se eu não quiser Se eu quiser casa, se eu só quiser Caminho aberto pra recomeçar Minha verdade é meu lugar
[Refrão] O direito da mulher é ser feliz Ser dona da rua, ser raiz É rir alto, é dizer que não É escolher seu tempo, sua direção O direito da mulher é ser feliz Plantar o próprio céu que sempre quis É dançar sozinha pelo país E abraçar o próprio cicatriz
A zene stílusa
Warm modern MPB with female vocals, nylon-string guitar and soft pandeiro groove; verses stay intimate with close-mic vocal and subtle Rhodes, chorus blossoms with airy backing harmonies, light bass and brushed percussion, bridge brings a dynamic lift with tamborim and wordless vocal riffs before a gentle final chorus