Dalszöveg
Verso 1
Entre o Tejo e a lezíria verde
Nasce o nome antigo, Albirca, terra molhada
Quintas, vinhas, queijo da Arcena
E o cheiro a rio que nunca se apaga
Pré-refrão
Terra de passagem, de asas e de sonho
Onde o primeiro voo português ganhou chão
Refrão
Alverca, Alverca, cidade verde e de asas
Berço da aviação, orgulho do Ribatejo
Do pelourinho ao Museu do Ar
Aqui o céu e a terra andam de mãos dadas
Alverca, minha terra, não te largo jamais
Verso 2
Comboios que passam, gente que vai e vem
Aromas de azeitona e pão quente no forno
As cheias levaram tanto, mas não levaram a alma
O povo é forte, teimoso como o Tejo ao fundo
Pré-refrão
De São Pedro à Igreja dos Pastorinhos
O carrilhão canta mais alto que o avião
Refrão
Alverca, Alverca, cidade verde e de asas
Berço da aviação, orgulho do Ribatejo
Do pelourinho ao Museu do Ar
Aqui o céu e a terra andam de mãos dadas
Alverca, minha terra, não te largo jamais
Ponte
Mesmo sendo subúrbio de Lisboa
Tens mais alma que muita capital
Alverca não é só passagem…
É lugar pra ficar e sonhar alto
Refrão Final (mais forte)
Alverca, Alverca, voa mais alto ainda
Cidade verde, terra de quem nunca desiste
Do Tejo ao céu, tu és a minha vida
Alverca do Ribatejo… aqui eu sou feliz!
A zene stílusa
portugues portugal 70 BPM, Sol Maior, rock alternativo melancólico. Guitarra arpejada marcante, bateria minimalista, baixo simples, voz rouca emotiva e teclas discretas. Arranjo limpo e nostálgico