[Verse] No velho galpão amigo Churrasco na brasa arde Chimarrão sempre contigo Na Querência da Arte [Verse 2] Bainhas de couro à mão Sobre a mesa um bom mate Ao som de gaita e violão Coração em tom de parte [Chorus] Querência da Arte viva Onde o campo nos invade Saudade que nunca finda No peito fica a vontade [Verse 3] Luz do sol no potreiro Fala de alma campeira Na tradição do campeiro A vida de forma inteira [Verse 4] Laços fortes de família Histórias que o tempo guarda No cantar da nossa trilha Amor que o tempo tarda [Chorus] Querência da Arte viva Onde o campo nos invade Saudade que nunca finda No peito fica a vontade