Dalszöveg
[Verse]
Correndo no asfalto, sonho partiu em pedaço,
Coração pesado, a vida virou um bagaço,
Moedas no bolso, esperança desfaço,
Mas o sorriso mantenho, a lágrima disfarço.
[Verse 2]
Café da manhã, suado no concreto,
A vida é dura, irmão, sem nenhum afeto,
Correria constante, competição do projeto,
Mas o reggae toca, acalma, é meu dialeto.
[Chorus]
Vida dura, peso no ombro, coração afunda,
Reggae no ouvido, alma ainda responde,
Caminho na bamba, mas a música abunda,
Vento da favela, na batida a gente é firme.
[Verse 3]
Trabalhador, sol nasceu há muito já,
Rosto cansado, salário que não dá,
Batalha diária, suando cada centávo,
A mente turva, mas o reggae é meu favo.
[Verse 4]
Noite no bar, pinga barata, cena se repete,
Mas na batida do roots, o coração promete,
Soltar o peso, na fumaça se perde,
Mas o ritmo do reggae, tudo de falso impede.
[Chorus]
Vida dura, peso no ombro, coração afunda,
Reggae no ouvido, alma ainda responde,
Caminho na bamba, mas a música abunda,
Vento da favela, na batida a gente é firme.