[Verso 1] Na estrada escura quem pisa primeiro É dono da chave Guardião verdadeiro Na noite alta sua capa rodou Firmou no cruzeiro A gira começou
[Refrão] Laroyê Exu Mojubá Abre caminho pra quem vem trabalhar Laroyê Exu Mojubá Saúdo seu povo na beira do mar Laroyê Exu Mojubá Na encruzilhada ele vem me guiar Laroyê Exu Mojubá Salve o mensageiro que vem me chamar (ô laroyê)
[Verso 2] Ponta de charuto queimando devagar Vento no terreiro começa a rodar Risada solta cortando o breu Quem teme o escuro nunca entendeu
Que é ele quem leva Que é ele quem traz Recado dos orixás Conselho e paz Copo na mão Pé no chão batendo Cada passo um pedido que eu tô fazendo
[Refrão] Laroyê Exu Mojubá Abre caminho pra quem vem trabalhar Laroyê Exu Mojubá Na beira do rio ele vem me escutar Laroyê Exu Mojubá Na encruzilhada ele vem me guiar Laroyê Exu Mojubá Salve o mensageiro que vem me chamar (laroyê Exu)
[Ponte] Se a vida pesa Eu deixo no pó Três encruzilhadas Ele tá melhor Um riso torto Um olhar sagaz Tira o atraso Corta o que atrasa
[Refrão] Laroyê Exu Mojubá Abre caminho pra quem vem caminhar Laroyê Exu Mojubá Salve o compadre que veio dançar Laroyê Exu Mojubá Na encruzilhada ele vem me guiar Laroyê Exu Mojubá Salve o mensageiro que vem me chamar (ô mojubá)
A zene stílusa
Afro-Brazilian spiritual groove with atabaques, agogô and deep bass guitar; mid-tempo swing for dancing in circle. Male vocals up front, call-and-response backing choir on the hook. Verses lean in with almost whispered intensity, then chorus opens wide with layered refrains, claps, and subtle reverb that makes it feel like a terreiro at midnight.