sr valente

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Zenét készítette: Diogo Pacheco Suno AI

sr valente
v4

@Diogo Pacheco

sr valente
v4

@Diogo Pacheco

Dalszöveg
Nas terras do sertão
Um cabra sem igual
De peito estufado
Coragem era seu sinal
Mas a vida tem seu jeito
Vira curva no final
E o bravo Seu Valente encontrou seu carnaval

Seu Valente
Seu Valente
Cadê você pra contar?
Seu Valente
Seu Valente
O tempo veio lhe calar

Andava pelas ruas
Chapéu bem ajustado
Com olhar desafiador
Jamais ficava calado
Mas o destino é matreiro
Armou um laço apertado
E Seu Valente
Meu povo
Ficou pra trás no passado

Oh sanfona
Me conta
Por onde anda esse tal?
O triângulo responde
Seu Valente não tem final

Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...
Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...

Seu Valente dirigia, gostava de reclamar,
Buzinava em todo mundo, só sabia xingar,
Um dia peitou um homem que só quis ajudar,
Mas o cabra se irritou... e o pior foi se armar.

Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...
Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...

Certo dia apressado quis atravessar,
O sinal tava vermelho, mas quis se arriscar,
Um carro veio rápido, sem tempo de parar,
E o valente caiu... sem poder levantar.

Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...
Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...

No bar, Seu Valente quis se exibir,
Falava alto, queria discutir,
Mas quem vive de briga só tende a cair,
E o povo se afasta — ninguém quer dividir.

Lição número três, anote no cartaz:
“Humildade é grandeza, soberba é jamais.”

Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...
Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...

A mãe lhe dizia: “meu filho, cuidado!”
Mas ele zombava, chamava de fado,
Quem não ouve os sábios se perde no lado,
E acaba virando lembrança do passado.

Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...
Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...

No fim da estrada, sem força e sem chão,
Seu Valente caiu com o peso da lição,
A vida é bonita, mas pede atenção,
Quem zomba da sorte... perde a direção.

Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...
Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Seu Valente já não existe mais...

Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Virou só lembrança que o vento traz...
Seu Valente, Seu Valente, Seu Valente,
Que sirva de exemplo pra todos nós, rapaz!

(Triângulo tilinta... sanfona se despede em tom menor... o público aplaude)
A zene stílusa
with accordion and triangle; vibrant storytelling with a lively cadence

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