Brasil

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Zenét készítette: Joao Victor Comin Suno AI

Brasil
v4

@Joao Victor Comin

Brasil
v4

@Joao Victor Comin

Dalszöveg
Verso I
Vozes se erguem nas praças, mas o coro está dividido
Cada um com seu mantra, seu ódio inflamado.
Enquanto as ruas reclamam fome, esqueletos do Estado unido
Prometem justiça, oferecem impunidade e pecado.

Corrupção que se alarga, impassível, audaz
Desvia o suor do povo, entope o pulso do país.
A mídia manipula, espalha fogo e paz
Faz da verdade arma, da mentira juízo infeliz.

Pré-Refrão
E nas urnas o futuro chora
Em becos escuros, no silêncio, na memória
Quem manda é o medo, o rancor, a história
Mas ainda há quem lute contra essa vitória do horror.

Refrão
Brasil! Devolva agora meu Brasil
Que eu tinha orgulho de dizer: “sou brasileiro!”
Brasil! Erga a voz, poe fim ao vil perfil
Não somos só vozes ao vento, somos sangue, somos guerreiros!

(Interlúdio instrumental – solo de guitarra heróico, leva à tensão)

Verso II
Despejos no centro, vidas no chão
Famílias invisíveis, sem solução.
Enquanto isso, bilionários desfilam sem pudor
Roubando sonhos, esmagando valor.

Ranking de vergonha, pior que já foi visto
A percepção da corrupção sangra o visto.
UOL Notícias

Promessas quebradas, prazos esquecidos
O povo espera em filas, nos hospitais, nos não ditos.

Pré-Refrão
Tem gente que se curva ante o jogo sujo
Que vende a dignidade por migalhas de brilho.
Mas os valentes arcam com o peso do futuro
E reclamam do silêncio, do escárnio, do muro.

Refrão
Brasil! Devolva agora meu Brasil
Que eu tinha orgulho de dizer: “sou brasileiro!”
Brasil! Erga a voz, poe fim ao vil perfil
Não somos só vozes ao vento, somos sangue, somos guerreiros!

Ponte
Sob o céu de cinza o grito ecoa: basta!
Destravam as correntes, rasguem a farsa.
Políticos, juízes, quem traiu a promessa
Caberá pagar o preço desta sentença.

Solo de guitarra extra

Verso III
Polarização, afeição de guerra
Cada ideologia se fecha, ignora a terra.
Onde está a união? Está perdida no ódio
O Brasil do agora refém do próprio assombro.

Desmonte dos ideais, retrocesso legal
Direitos que se desfazem como folha ao vendaval.
Mas o sangue pulsa forte, a juventude não cala
Tem na coragem a esperança, tem na voz escarlate a fala.

Refrão final
Brasil! Devolva agora meu Brasil
Que eu tinha orgulho de dizer: “sou brasileiro!”
Brasil! Erga a voz, poe fim ao vil perfil
Não somos só vozes ao vento, somos sangue, somos guerreiros!

Brasil! Devolva agora meu Brasil
Que eu sonhei aos dez, aos vinte… até envelhecer
Brasil! Te chamam de casa, de lar sagrado
Não deixe que a vergonha volte a nos prender.

(Saída épica — coro + refrão repetido com backing vocal, guitarras grandiosas, final em acorde sustentado mas agridoce)
A zene stílusa
Power Metal, Male Voice

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