Dalszöveg
[Verso]
Panaminho no estúdio, fone na cabeça
Grava cada rima, vida nunca é moleza
Bate grave no peito, mente vira uma fortaleza
Mixando os sonhos, criando realeza
[Verso 2]
De dia maltrapilho, de noite mago do som
Fazendo mágica, sem varinha, só com o dom
Cabos enrolados, cabeça nos batom
Caixa de som grita, coração faz o tom
[Refrão]
Panaminho, Panaminho, maestro da batida
Operador das notas, com a vida comprometida
Panaminho, Panaminho, na mesa é o chefão
Trabalha no silêncio, faz barulho, a missão
[Verso 3]
Mesa acesa, luzes piscando, concentração
Botão gira, ecoa alta a vibração
Voz no microfone, cada linha, uma oração
Panaminho faz arte, é pura dedicação
[Verso 4]
Ruas escuras, voltando pra casa tarde
Uber na porta, estúdio é a segunda parte
Panaminho rala duro, sem perder identidade
Cada track lançada, é nova sonoridade
[Ponte]
No estúdio é rei, fora é só mais um
Seguindo o ritmo, coração bate tum
Panaminho, o nome ecoa alto no sum
Criando mundos, apertando botão nenhum