Guerra Invisível

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Zenét készítette: Murilo Matos de Moraes Suno AI

Guerra Invisível
v3.5

@Murilo Matos de Moraes

Guerra Invisível
v3.5

@Murilo Matos de Moraes

Dalszöveg
Verso 1
AIntro
(voz grave, sem beat)
Aqui é cada um por si, o sistema é frio
Desemprego na veia, destino sombrio
Na Europa das promessas, o sonho é esfacelado
A favela de lá é invisível, lado a lado
Verso 1
Acordo cedo, olho no espelho e vejo o peso
Faz tempo que eu tô na busca, vivendo de apreço
Meu currículo é extenso, mas quem se importa?
Pra eles, eu sou mais um que bate em porta
Na rua, vejo a fila crescer, a crise invadir
Gente que nem eu, tentando resistir
Na velha Europa, o futuro virou miragem
De terno e gravata, mas sem coragem
O sistema diz que é crise, que o tempo é ruim
Mas quem vive aqui sabe que isso é um fim
Político promete, empresário se fecha
E a gente aqui, sem chance, só poeira e brecha
Refrão
E aí, quem sou eu sem trampo? Sem chance de vencer?
Na Europa dos sonhos, quem consegue viver?
Sou trabalhador, mas me tratam como ladrão
Desempregado, mas com o punho fechado na mão
E aí, qual é o preço de um sonho perdido?
Sem salário, sem esperança, sem destino definido
Eles falam de crise, mas não veem daqui
Na favela do mundo, ninguém pode fugir
Verso 2
Minha mãe reza pra eu ter chance de crescer
Meu filho olha, sem saber o que vai ser
Jovem na esquina, sem rumo, sem norte
É geração perdida, esperando a sorte
Cada esquina uma história, uma luta pesada
Na fila do emprego, a cabeça cansada
Família inteira esperando, só um milagre,
Enquanto os ricos bebem vinho, tão covarde
Na periferia do sonho europeu, a realidade dói
A esperança se desgasta, se desfaz e se corrói
Mas meu povo é forte, é guerreiro, é sagaz
Mesmo sem nada, nóis sempre quer mais
Refrão
E aí, quem sou eu sem trampo? Sem chance de vencer?
Na Europa dos sonhos, quem consegue viver?
Sou trabalhador, mas me tratam como ladrão
Desempregado, mas com o punho fechado na mão
E aí, qual é o preço de um sonho perdido?
Sem salário, sem esperança, sem destino definido
Eles falam de crise, mas não veem daqui
Na favela do mundo, ninguém pode fugir
Ponte
(voz baixa, som grave)
É só promessa e palavra vazia
Na boca deles, é tudo fantasia
Na minha quebrada, o sonho é lutar
Cada passo é uma vitória, sem parar
Verso Final
Um dia talvez a justiça vai chegar
E a dignidade do povo vai reinar
Mas até lá, é punho fechado e fé
Desempregado sim, mas sem perder o pé
Eu não sou só mais um, sou história e raiz
Sou o sonho que eles ignoram e o sorriso que diz
Que, enquanto tiver fôlego, nóis vai lutar
Na Europa ou aqui, ninguém vai calar
Refrão
E aí, quem sou eu sem trampo? Sem chance de vencer?
Na Europa dos sonhos, quem consegue viver?
Sou trabalhador, mas me tratam como ladrão
Desempregado, mas com o punho fechado na mão
E aí, qual é o preço de um sonho perdido?
Sem salário, sem esperança, sem destino definido
Eles falam de crise, mas não veem daqui
Na favela do mundo, ninguém pode fugir
Outro
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