Dalszöveg
**Verso 1:**
Todas as cartas de amor são ridículas,
Desenhos de sentimentos em papel,
Rimas tortas, promessas frágeis,
Como se o amor fosse um doce caramel.
**Refrão:**
Ah, quem me dera voltar a escrever,
Sem me importar com o que vão dizer.
Cartas ridículas, mas cheias de verdade,
Só quem nunca amou não sabe da intensidade.
**Verso 2:**
Escrevi no meu tempo, com coração aberto,
Palavras soltas, num mundo incerto.
As cartas de amor, tão cheias de riso,
Contavam histórias, mesmo com seu improviso.
**Refrão:**
Ah, quem me dera voltar a escrever,
Sem me importar com o que vão dizer.
Cartas ridículas, mas cheias de verdade,
Só quem nunca amou não sabe da intensidade.
**Ponte:**
E as palavras esdrúxulas dançam na memória,
Sentimentos que gritam, mas soam de forma história.
Ridículas, sim, mas que trazem à tona,
O que somos, o que sentimos, a vida que ressona.
**Refrão:**
Ah, quem me dera voltar a escrever,
Sem me importar com o que vão dizer.
Cartas ridículas, mas cheias de verdade,
Só quem nunca amou não sabe da intensidade.
**Final:**
As cartas de amor, mesmo em sua fragilidade,
Guardam o calor da eterna saudade.
Ridículas, talvez, mas na essência são belas,
São os ecos do amor que ecoam entre elas.
A zene stílusa
pop rock, edm blend, low energy, dark, bass, guitar, synth, strings, keys