Dalszöveg
Nas sombras ele nasce,
Um olho que tudo alcança,
Flutua pelo ar,
Sem nunca descansar.
É o observador,
Uma bola flutuante,
Com um olho assustador,
É o observador,
Não tem boca nem nariz,
Chega até a ser tentador.
Nas trevas ele espreita,
Seu olhar nunca hesita,
Guarda segredos profundos,
De todos os mundos.
É o observador,
Uma bola flutuante,
Com um olho assustador,
É o observador,
Não tem boca nem nariz,
Chega até a ser tentador.
Ele vê o que ninguém pode ver,
Conhece o que está por vir,
Silencioso, sempre a vigiar,
O Observador, nunca vai parar.
É o observador,
Uma bola flutuante,
Com um olho assustador,
É o observador,
Não tem boca nem nariz,
Chega até a ser tentador.
No silêncio da noite,
Ele se faz presente,
O olho que nunca dorme,
Observa eternamente.