Dalszöveg
[Verse]
Na lanchonete do Gordão, ali em Cássia,
Trabalhando das seis até meia-noite, sem faltar.
Betânia, a loira gordinha, sempre de graça,
Com sorriso maroto, esperava o Luiz chegar.
[Verse 2]
O Luiz, violeiro, cheio de charme e cantoria,
No fim do expediente, a vida ganhava cor.
Naqueles encontros secretos, de pura magia,
Viviam momentos ardentes, cheios de calor.
[Chorus]
Gordinha e violeiro, amor no meio da noite,
Entre batatas fritas e o sabor da paixão.
Nos becos escondidos, fugiam do açoite,
Pra viver sua história, sem medo e sem razão.
[Verse 3]
Terminava o expediente, ela corria a se arrumar,
Com o coração disparado, ia até a rinha.
Entre galos e risos, o amor a celebrar,
Eram os dois, pura chama, naquela linha.
[Verse 4]
Violeiro dedilhava cordas, canções de amor,
E a gordinha suspirava, envolvida no som.
A vida era simples, mas cheio de esplendor,
No acorde das noites, onde o tempo não tem dom.
[Chorus]
Gordinha e violeiro, amor no meio da noite,
Entre batatas fritas e o sabor da paixão.
Nos becos escondidos, fugiam do açoite,
Pra viver sua história, sem medo e sem razão.