Lời bài hát
[Verso 1]
Povo que atravessa, tempo a revelar,
Territórios novos, Fang Hao a despertar.
Um fazendeiro na mira do destino,
Ergue império de ossos, com toque tão divino.
[Ponte 1]
Oh, meu bem, o sol já vai se pôr,
E no campo, mortos-vivos a marchar.
Com espadas de ferro, o sonho a realizar,
Num império tão estranho, me encontro a comandar.
[Refrão]
Se o mundo é tão frio, meu amor,
Aqueça-me com seu calor,
Nessa dança de desdém, só restamos eu e você,
Quem sou eu? Sem um nome, então quem sou? O que sou?
Um monstro?
[Verso 2]
Montanhas de recursos, acumulando ao redor,
Vizinhos em ruínas, um império sem temor.
A morte me abraça, numa valsa sem fim,
Sob a lua, mortos-vivos, minha corte assim.
[Ponte 2]
Meu bem, o que será de nós?
Nesse império, nosso fado, nosso algoz.
Vidas sem valor, ao nosso redor,
Mortes especiais, um destino maior.
[Refrão]
Se a morte é certa, amor, então fique,
Se a vida é incerta, então dance comigo,
Nessa noite de estrelas e sombras,
Quem sou eu? Sem um nome, então quem sou? O que sou?
Um monstro?
[Interlúdio Instrumental]
[Ponte 3]
Reflexos quebrados, espelhos a sussurrar,
Sombras do passado, histórias a revelar.
Num conto tão antigo, encontrei meu lugar,
Num império de mortos, com você a sonhar.
[Refrão]
Se a morte decidiu que eu ficarei, eu ficarei,
Se seu desejo é a morte, eu matarei, matarei!
Nessa bossa nova, um império de nós,
Quem sou eu? Sem um nome, então quem sou? O que sou?
Um monstro?
[Final]
Oh, meu amor, vamos dançar,
Nesse império de mortos, vamos reinar.
Quem sou eu? Sem um nome, então quem sou? O que sou?
Um monstro?
Nos braços da noite, apenas eu e você,
Num império de ossos, até o amanhecer.