เนื้อเพลง
[Verse 1]
Nasceu na Pena, em Lisboa, onde a vida começou,
Mas o sangue é alentejano, Serpa sempre o acompanhou.
De Levi’s e sonhos, quis o mundo desbravar,
E nos pais, Assunção e Zé Barão,
[Pre-Chorus]
Carregava o nome no peito,
E a rua toda a ver passar,
Entre o chão e o desejo,
Aprendeu a não parar.
[Chorus]
Serpa sempre o acompanhou
Serpa, Serpa, no coração
Pena ficou no olhar
Mas Serpa era a canção
Serpa sempre o acompanhou
E ninguém lhe tirou a raiz
[Verse 2]
Ia de passo firme, com fome de ir além,
Cada esquina guardava um pedaço de alguém.
Na memória, a casa, a voz, o verão,
E o cheiro da terra a chamar o seu chão.
[Pre-Chorus]
Mas levava a vida inteira,
Num bolso gasto e fiel,
Metade sonho, metade serra,
Metade luz no papel.
[Chorus]
Serpa sempre o acompanhou
Serpa, Serpa, no coração
Pena ficou no olhar
Mas Serpa era a canção
Serpa sempre o acompanhou
E ninguém lhe tirou a raiz
[Bridge]
Se o mundo abriu caminho,
Foi com alma e verdade,
Levo Lisboa no passo,
E Serpa na saudade.
[Chorus]
Serpa sempre o acompanhou
Serpa, Serpa, no coração
Pena ficou no olhar
Mas Serpa era a canção
Serpa sempre o acompanhou
E ninguém lhe tirou a raiz
รูปแบบของดนตรี
Portuguese nostalgic pop-fado with gentle acoustic guitarra and subtle percussion, mid-tempo swung groove; verse stays intimate and close-mic, pre-chorus opens with warm harmony stacks, chorus lifts with group vocal doubles and short delay throws on the hook phrase. Add a soft string swell into the first chorus, a reversed guitar breath before the bridge, and a final lift with handclaps and choral oohs. Warm, nostalgic, cinematic mix with a dusty Lisboa glow., nostalgic