[Verso 1] Lá na beira da cidade Tem um canto pra encostar Poeira vira brilho Quando o Mayke começa a lavar
Boné torto Riso largo Mangueira pronta pra jogar Cada carro chega cansado Sai querendo passear
[Refrão] É o Mayke na J S Lava Car Faz milagre com água e sabão Tira a lama Tira o cansaço da estrada Mas a saudade fica presa no chão É o Mayke na J S Lava Car Caprichoso no pano e na cera Enquanto esfrega Ele conversa com a vida E o mundo passa na frente da bandeira
[Verso 2] Chega caminhão de boiadeiro Chega moça pra trabalhar Tem senhor contando causos Gente vindo só prosear
Na sombra daquele muro Cafézinho pra acompanhar O barulho da espuma caindo Parece até reza no ar
[Refrão] É o Mayke na J S Lava Car Faz milagre com água e sabão Tira a lama Tira o cansaço da estrada Mas a saudade fica presa no chão É o Mayke na J S Lava Car Caprichoso no pano e na cera Enquanto esfrega Ele conversa com a vida E o mundo passa na frente da bandeira
[Bridge] Quando a tarde vai baixando E o sol começa a sentar Último carro indo embora Só a viola pra acompanhar
Ele agradece em silêncio Por mais um dia de lugar Porque ali Naquele pátio O sonho dele vive a brilhar
[Refrão] É o Mayke na J S Lava Car Faz milagre com água e sabão Tira a lama Tira o cansaço da estrada Mas a saudade fica presa no chão É o Mayke na J S Lava Car Caprichoso no pano e na cera Enquanto esfrega Ele conversa com a vida E o mundo passa na frente da bandeira
รูปแบบของดนตรี
Raw moda de viola, voz masculina, viola caipira bem à frente com levada arrastada e ponteados chorados; sanfona suave preenchendo o fundo. Começa mansa, só voz e viola, ganhando corpo com batida forte no refrão e segunda voz em terças. Clima de boteco de beira de estrada, calor, cheiro de sabão e poeira molhada, final em fade acústico, só voz e viola se despedindo.