เนื้อเพลง
Muitos anos no passado, na grande era de ouro,
Existia um demônio destemido e poderoso,
Os feiticeiros tentaram contra este ser tirano,
Era uma divindade que outra hora foi humana,
E com seus hostis quatro braços, matavam sem dó até criança,
E com seus hostis quatro olhos, ele assombrava tirando a esperança...
Hoje tentam buscar os seus dedos pois é preciso os destruir,
Para exorcizar o demônio e pôr, na sua maldição, um fim...
Entre apostas e revoltas, mergulhou na perdição,
Draconato rebelado contra a falsa salvação.
Nobre algum pagava o preço, a plebe sempre no chão,
Ele ergueu a própria chama, mas queimou o coração.
No estopim da rebelião, deu a vida pelo irmão,
Sangue espalhado no campo, sua alma em condenação.
No inferno foi jogado, sem descanso, sem perdão,
Mas diante do Mestre das Cartas, fez-se a maldição...
O Mestre se apresentou, sh-shub NIGGURATH,
O cruel, o pior, o devorador de almas.
“Escolha teu jogo”, disse, com sorriso de tirano,
Mas Silco, mestre das cartas, não temia nem o engano.
Rodada após rodada, o tempo se perdeu,
Entre vitórias e derrotas, o inferno tremeu.
O Mestre tentava truques, mas Silco era demais,
Cada mão virava lenda, cada vitória, um par de às.
Porém o pacto se formou, respeito pelo vencedor,
Enquanto ele jogava, não havia dor ou pavor.
Junto aos patronos, o draconato traçou o seu plano,
Revolucionando o inferno, seguindo o seu engano.*