[Verse] DANKA no Guanabara Enorme figura Cerveja com Rivotril Loucura pura Noroeste está palmeada O grito ecoa Vida de excessos Nenhuma pessoa boa [Verse 2] Pó pelo nariz A mente a quebrar Ritual diário Nada de parar Rabo pra dar Sem cerimônia Gritando aos ventos Toda a vergonha [Chorus] DANKA O bruto No Guanabara a reinar Cerveja Rivotril Pó Seu mundo a desmoronar Na escuridão Ele se encontra Indiferença Sofrimento Sua fronte assombra [Bridge] Gritos de agonia Na noite ecoam Brutalidade pura Seus atos ressoam Vida insana Sem esperança Gordão DANKA Em eterna balança [Verse 3] Carnificina interna Seu tormento Noroeste palmeada Sem arrependimento Rabo oferecido Sem restrição Destruição total É sua missão [Verse 4] Rei das sombras Guanabara sabe DANKA Não há limite Nenhum sabre Cerveja e pó Sua vitalidade Caminha ao caos Sem nenhuma piedade