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Memórias distorcidas em copos virados,
Um passado distante, onde o destino foi negado.
Perseguindo sonhos perdidos nas esquinas da vida,
Onde o amor se perdeu, em ruas esquecidas.
No eco da chuva, ouço o velho refrão,
Uma melodia de tristeza, que traz dor ao coração,
Entre a alegria e as lágrimas, minha alma se perdeu,
Nas esquinas da vida, onde esse blues nasceu,
Chamas extintas no retrovisor do tempo,
Olhando pro Norte, não me perdi por um momento,
Lágrimas na poeira, misturadas à chuva,
Me lembram de um coração partido, um velho refrão de luta.
No eco da chuva, ouço o velho refrão,
Uma melodia de tristeza, que traz dor ao coração,
Entre a alegria e as lágrimas, minha alma se perdeu,
Nas esquinas da vida, onde esse blues nasceu.
O vento dedilha as cordas de uma canção antiga,
Um lamento da alma, onde tudo deu em briga.
Nas esquinas do tempo, onde os espíritos se perdem,
É em um quarto de motel onde duas almas fervem
No eco da chuva, ouço o velho refrão,
Uma melodia de tristeza, que traz dor ao coração,
Entre a alegria e as lágrimas, minha alma se perdeu,
Nas esquinas da vida, onde esse blues nasceu.
E assim sigo essa linha, entre a luz e a escuridão,
Com o blues no meu peito, me puxando pela mão,
Ao som do vento, essa velha melodia,
Tocando minha vida, sob a escuridao do dia.