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**Naja do Deserto**
Sob o céu estrelado, no silêncio do deserto,
A areia dança ao vento, em um balé descoberto.
A lua brilha intensa, refletindo o luar,
Enquanto a naja desliza, com seu olhar a espreitar.
Deserto vasto, segredo guardado,
Naja serpente, sinuoso fado.
Caminho solitário, sob o firmamento,
Noite no deserto, perigo e encantamento.
Cactos solitários, testemunhas do tempo,
Miragens que aparecem, como um sonho ao relento.
A naja se esconde, entre as dunas a vigiar,
Silenciosa e astuta, pronta para atacar.
Os olhos brilham, sob a luz do luar,
Em um mar de areia, a naja a espreitar.
O calor do dia, a fria noite então vem,
No deserto aprendemos, a dançar com o além.
Em cada grão de areia, um mistério a revelar,
Segredos que se escondem, no silêncio a sussurrar.
A naja canta, com seu sibilar mortal,
Uma sinfonia eterna, em um ciclo sem final.
Deserto vasto, segredo guardado,
Naja serpente, sinuoso fado.
Caminho solitário, sob o firmamento,
Noite no deserto, perigo e encantamento.
E assim seguimos, pelo deserto encantado,
Sob as estrelas, nosso destino traçado.
Noite no deserto, um momento eterno,
Em cada passo dado, um sonho sereno.