Text
[Verse 1]
Marvelus, Hobbit, sob torres de Crucsis,
Mago e general, moldado em aço e cinza.
Com a mão que erguia muralhas de fogo,
Levou seus soldados por campos sem dono.
[Verse 2]
Seu nome fazia os portões se fecharem,
Seus feitiços mandavam os fortes calarem.
Mas, quando a poeira cobriu cada estrada,
Viu nos seus olhos a vida arrancada.
[Pre-Chorus]
E no silêncio depois da vitória,
Pesou mais que a espada o peso da história.
[Chorus]
Marvelus, larga o estandarte,
Deixa a batalha perder sua voz.
Faz da panela teu novo estandarte,
Serve esperança a quem vem após.
Mão que queimava, agora alimenta;
Mago que salva, a paz representa.
[Verse 3]
Guardou o grimório, desfez seus encantos,
Lavou o ferro, contou seus prantos.
Na cozinha, acendeu chama pequena,
Fez pão para a vila, caldo e ceia serena.
[Bridge]
Cada colher trouxe alguém para perto,
Cada refeição reparou um deserto.
Não apagou o que o mundo sofreu,
Mas fez do cuidado o caminho que escolheu.
[Final Chorus]
Marvelus, larga o estandarte,
Deixa a batalha perder sua voz.
Faz da panela teu novo estandarte,
Serve esperança a quem vem após.
Mão que queimava, agora alimenta;
Mago que salva, a paz representa.
[Outro]
Sob céus de Crucsis, já não há temor;
Há sopa na mesa e um velho general
Que trocou a guerra por um gesto de amor.
Musikstil
Épico cinematográfico de fantasia sombria, marcha lenta em compasso amplo, cordas graves e metais austeros abrindo espaço para tambores de guerra; versos narrativos com voz masculina grave e dramática, refrão amplo e solene, depois a tensão cede a flautas, violões acústicos e cordas calorosas quando a magia passa da guerra à cozinha; final esperançoso, grande arranjo orquestral, produção detalhada e dinâmica