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Eu sou o caos, o início e o fim,
Com um só pensamento, faço o mundo ruir.
Levito os sonhos, crio a realidade,
Sou o vilão, a face da verdade.
Domino o céu, a terra e o mar,
Não há ninguém que possa me parar.
Meu poder, sem limites, cresce sem cessar,
Carlos, você não vai escapar.
Eu sou Ricardo, o mestre da criação,
Com minhas mãos, moldo a destruição.
Você corre, tenta fugir, mas não há saída,
Eu sou o destino, e sua sorte está perdida.
Minhas criações, monstros de medo e dor,
São peças no meu jogo, sou seu criador.
Cidades caem, em pó se desfarão,
Eu controlo a vida, sou sua maldição.
Mas no fundo, meu desejo é só poder,
Ver o mundo inteiro ao meu redor tremer.
Carlos, você verá o que é sofrer,
Eu quero seus dons, nada vai me deter.
Eu sou Ricardo, o mestre da criação,
Com minhas mãos, moldo a destruição.
Você corre, tenta fugir, mas não há saída,
Eu sou o destino, e sua sorte está perdida.
O Observador, o meu erro fatal,
Ele fugiu, virou meu rival.
Mas o fim ainda está por vir,
Carlos, no fim, você vai cair.
Eu sou Ricardo, o mestre da criação,
Com minhas mãos, moldo a destruição.
Você corre, tenta fugir, mas não há saída,
Eu sou o destino, e sua sorte está perdida.
Ricardo, o senhor do mundo que eu fiz,
Carlos, o jogo acabou, você já está por um triz.