Текст песни
Verso 1
Olho pro céu e vejo histórias,
nas linhas das constelações,
um mar de luz, tantas memórias,
segredos presos nas explosões.
O universo dança em seu silêncio,
um balé de estrelas, luz e escuridão,
cada brilho, um sussurro imenso,
cada cometa, uma canção.
Refrão
Estrelas que caem, sonhos que sobem,
numa noite sem fim, no espaço sem fim.
Galáxias se encontram, brilham e morrem,
somos pó de estrelas, somos o enfim.
Verso 2
Planetas giram como se soubessem,
que o tempo é breve, mas o espaço é imenso,
e nós aqui, tão frágeis que esquecem,
que há um universo dentro de cada pensamento.
Os buracos negros, bocas famintas,
devoram o tempo, engolem a luz,
mas até no escuro há uma pista,
um eco distante que ainda seduz.
Refrão
Estrelas que caem, sonhos que sobem,
numa noite sem fim, no espaço sem fim.
Galáxias se encontram, brilham e morrem,
somos pó de estrelas, somos o enfim.
Ponte
E se somos poeira, tão breves centelhas,
por que buscamos tanto a eternidade?
Talvez seja nas estrelas, nas mais velhas,
que encontramos nossa verdadeira identidade.
Refrão
Estrelas que caem, sonhos que sobem,
numa noite sem fim, no espaço sem fim.
Galáxias se encontram, brilham e morrem,
somos pó de estrelas, somos o enfim.
Final
E na vastidão, nos perdemos e achamos,
entre estrelas e sombras, ainda cantamos,
que somos do universo, e ele é de nós,
um coral infinito de milhões de vozes em nós.