Letra da música
[Estrofe 1]
Nas serras reluzia, o brilho encantador
Rios de riqueza, promessa e fervor
A Coroa celebrou, cobrou o seu quinhão
“Quinto do ouro é meu”, falou com precisão
[Estrofe 2]
Vieram os contratos, pra tudo controlar
Contadores em Minas, prontos pra anotar
Mas nas vilas surgiu, um jeito de enganar
Pesos alterados, pra menos declarar
[Refrão]
Descobriram a perfeição, em forma de dourado
O dominador chegou, ("aceite o Contrato")
A cota não chegou, o rei desconfiou
Pelas fundições, o povo se revoltou
[RAP]
Cada vez menos retornos
("Como isso pode acontecer!")
Cada dia menos ouro
("Não, não, não pode ser!")
Nas ruas ecoou a voz de Tiradentes
("Liberdade, liberdade!") — grito entre as gentes
Intelectuais falavam de razão e igualdade
Contra o ouro sugado, clamavam liberdade
Ideais iluministas, sopro da revolução
Questionavam Lisboa e sua dominação
A forca não calou, foi semente plantada
Sua morte inflamou a chama libertada
Estilo de música
Rock, Rap, Anger, Male Voice