Letra da música
Renato, sempre foi meus bons momentos, instrução viva.
Labíbe, sua mulher amada, esteio moral, por toda sua vida.
Casal, naquela varandinha em frente à pracinha.
Ele cuidava da nossa saúde, bom papo, nos entretinha.
Ela fazia os doces mais gostósos em toda festinha.
Eram meu refúgio, bem estar, sempre com carinho.
Cuidavam de mim, aconselhando sobre meu caminho.
Eu os ouvia e rejuvenescia, seu lar era como meu ninho.
O remédio era bom e como era gostósa a comidinha.
Renato, o curandeiro da tribo, ela, de todos, a queridinha.
Sempre de bom humor, como outros pais eu os tinha.
Oh, vida boa, tendo quem curava nossas feridas.
E, ela acariciando e alimentando, era tão querida.
Com eles me fazia maior, pronto à enfrentar a vida.
Labíbe e Renato eram exemplos para ser feliz.
Casal inato, muitas saudades, sempre os quis.
Por perto nas aflições. Dêles em exemplo me fiz.
Renato, conselheiro perfeito para o meu bem viver.
Labíbe, segunda mãe, ensinando-me mais como me ser.
Haverei sempre de os ver, na varandinha, como tem de ser.
Caminho por ali e continuo querendo lá os ver. Sempre os ter.
Magicamente, minha mente os vê sentados, cheios de bem querer.
Queridinhos sempre, parte da minha vida, enquanto viver.
Guardo-os no coração, sua outra varanda, dentro do meu ser.
No coração os guardo como outra varanda, dentro do meu ser.