Letra da música
[Verso]
Na querência eu vivo
Entre campos e sesmarias
Com a minha faca na cintura
E as bainhas são minhas guias
[Verso 2]
No compasso do pealo
Caminho sempre altivo
Bainha de couro bem rústica
Diz quem sou e onde vivo
[Refrão]
Bainha que guarda história
De campeirismo e labor
Na querência é memória
Do gaúcho com seu valor
[Verso 3]
No entrevero da região
Cada bainha tem sua alma
Feita de pele e compaixão
Carrega o campo na palma
[Ponte]
Entre bois e mate quente
Com meu cavalo eu sigo
Bainha firme no presente
Herança que não tem abrigo
[Verso 4]
No churrasco e na jornada
Companheira sem igual
Bainha vestida de estradas
Que eternizam o ritual