tekst piosenki
O Guerreiro Mão de Vaca: O Rei do Aperto!
(Verso 1)
É o herói do aperto, do bolso blindado,
No carro, o ar nem sabe que foi instalado!
Na estrada ou na cidade, ele passa calor,
Mas não gasta gasolina, nem que o sol queime a cor!
É avarento e sagaz, nunca solta um centavo,
Tem espermograma acima de dois bilhões, é bravo!
Se fosse população, seria a Índia em peso,
Mas no sorvete de "molango", ele faz seu recheio!
(Refrão)
Esse é o mito, o mão de vaca sem par,
Ar-condicionado? Ele nunca vai usar!
Com o bolso fechado e o "molango" na mão,
É o rei da sovinice, campeão do cifrão!
(Verso 2)
No mercado ele observa e escolhe a dedo,
Comparando os preços sem um pingo de medo!
A etiqueta vê ele e já fica tensa,
Pois o que ele quer mesmo é economizar a despensa.
Cada moeda é um tesouro guardado,
E gastar gasolina é um sonho adiado!
Sabe contar troco com precisão cirúrgica,
Pra soltar um centavo, só com desculpa ilúdica!
(Refrão)
Esse é o mito, o mão de vaca supremo,
Sorvete de "molango" é seu luxo extremo!
Com o carro fervendo, ele segue contente,
Economizando até o vento da frente!
(Ponte)
Mestre do bolso e da grana segura,
Ele segura o ar, o clima e a temperatura!
Ar-condicionado pra ele é enfeite,
Pra gastar com conforto, ele nem se deleite!
(Refrão)
Esse é o mito, o mão de vaca fiel,
Rei do aperto e do calor cruel!
Com "molango" na mão e economia na veia,
Esse guerreiro mão de vaca é lenda e ideia!
(Final)
E assim vai o herói, nosso exemplo de coragem,
Segurando centavo e fazendo a margem!
Com “molango” e sem ar, ele é o nosso moral,
O guerreiro mão de vaca, o avarento triunfal!