Sob manto de névoa, um céu cinzento e vil Barroso, teu nome ecoa, um lamento sutil Edifícios colossos, aprisionam a luz Sob a sombra cruel, a alma se embrux Estrelas agonizam, em um balé macabro A lua, um olho morto, observa o caos negro Ratos esgueiram-se, em becos imundos A noite se estende, repleta de fundos Um grito silenciado, em meio à multidão A solidão corroe, corpo e coração As ruas desertas, testemunhas da dor Sob o céu de Barroso, a alma se ator