Rogério tomou o campo, abrindo mão, Do povo que ali jogava em liberdade, Agora, a bola não rola em vão, Pois a rua Linha cobra a verdade. Os morador se veem sem opção, Se não pagarem, o jogo é só ilusão. Rogério, com punhos de agressão, Resolve os problemas com a brutal ação. Foi preso um dia, mas não se importou, Na sombra da dívida, ele caminha, Sonhando em ser prefeito, o ambicioso, Para saldar as contas que o dominam. Mas no coração do povo, a dor, De um campo tomado, restando só a neblina.