Eu hoje não tomei meu mate costumeiro Nem senti a prosa das manhãs vividas Pois aquela porta que eu entrava sempre Estava fechada para toda a vida Não te vi sentado de sorriso largo Alongando as horas plenas de emoções Quanto tempo tinha pra amar os cavalos Num sonhar intenso pra viver depois Foi assim meu hoje que me fez chorar Mas eu compreendi que não perdi um amigo Pois o tempo guarda e a saudade fica E eu refaço o mate pra tomar contigo