[Intro] Sob a montanha, o mundo prende a respiração Gelo sobre escamas, silêncio sobre a criação
[Verse 1] Karadrum, senhor do inverno sem fim General de Bahamut, sentinela cruel Com presas de geada e asas de aço Desceu contra os gigantes, cobrindo o céu
[Pre-Chorus] Racharam-se os picos sob seus passos Fendeu-se a pedra ao rugir do dragão Mas veio Thormen, com o céu em chamas E a tempestade tomou o bastião
[Chorus] Karadrum, dragão do gelo Teu nome dorme sob a neve e o chão Vencido, mas não apagado Hiberna no ventre da montanha Quando o trovão chamar de novo Vai despertar a antiga fúria
[Verse 2] Gigantes tombaram na planície branca Seus elmos perdidos, seus estandartes ao léu Então o deus da tormenta ergueu o braço E um raio partiu as muralhas do céu
[Pre-Chorus] A asa ferida fechou-se em silêncio A coroa de gelo caiu no clarão Sob mil camadas de pedra congelada Guardou seu ódio, guardou sua razão
[Chorus] Karadrum, dragão do gelo Teu nome dorme sob a neve e o chão Vencido, mas não apagado Hiberna no ventre da montanha Quando o trovão chamar de novo Vai despertar a antiga fúria
[Bridge] Bahamut aguarda além das eras Thormen vigia o horizonte em vão Pois cada inverno conta os séculos E cada século afia a vingança
[Final Chorus] Karadrum, senhor do gelo Sob a montanha pulsa o teu coração Quebrado, nunca subjugado Teu sono é apenas contenção Quando a pedra ceder ao rugido O mundo conhecerá teu despertar
[Outro] Neve sobre escamas Silêncio sobre o mundo E lá no fundo… O dragão sonha
Stijl van muziek
Épico sombrio de metal sinfônico cinematográfico, andamento marcial e pesado, guitarras graves em tremolo e riffs amplos, tambores de guerra e metais orquestrais; abrir com cordas geladas e coro baixo, crescer para versos de voz masculina grave e dramática, refrão amplo com coro misto, ponte tempestuosa e final lento que afunda em cordas e vozes distantes; produção grandiosa, fria e ameaçadora.