Songteksten
[Verse 1]
Evee, bardo elfo da lua,
levava um violino e um mundo no olhar.
Com Gean cruzou estradas antigas,
fez de cada pouso um lugar pra ficar.
[Verse 2]
Cantou sob torres, dormiu junto ao rio,
colheu nomes que o mapa esqueceu.
Quando chamaram seu nome de volta,
riu: “Minha casa é o caminho que é meu.”
[Chorus]
Deixa-me livre, deixa-me ir,
meu arco conhece o rumo do vento.
Não há coroa que possa prender
quem fez do mundo seu juramento.
Eevee seguia, sem olhar pra trás,
com Gean ao lado, atravessando a noite.
[Verse 3]
Mas mãos conhecidas fecharam o cerco,
um traidor esperava além do portão.
Atirador oculto, silêncio de pedra,
a pólvora acesa, o frio na mão.
[Bridge]
Um clarão rompeu a canção pela metade,
o violino caiu sem terminar.
Eevee não viu chegar seu próprio fim,
nem a fumaça que o fez tombar.
[Final Chorus]
Deixa-o livre, deixa-o ir,
que o vento carregue o último canto.
Gean ficou com o arco partido,
com a estrada vazia e o céu de pranto.
Eevee, bardo da lua, partiu,
sem voltar pra casa, sem se render.
Seu nome viaja de vila em vila,
e livre permanece onde quer que vá.
[Outro]
Uma corda vibra ao longe,
uma lembrança atravessa o luar.
Eevee escolheu a estrada,
e a estrada não deixa de cantar.
Stijl van muziek
Épico sombrio de fantasia medieval, balada folk cinematográfica em compasso amplo e crescente; violino protagonista com frases melancólicas e virtuosas, cordas graves, tambor de guerra espaçado, alaúde discreto e coro distante. Começo íntimo de bardo viajante, versos narrativos, refrão amplo e doloroso, ponte tensa que revela a emboscada, clímax dramático e final em queda súbita. Voz masculina expressiva, narrativa e rouca, arranjo orgânico com dinâmica de trilha sonora, mix profundo e amplo.