Songteksten
[Intro]
Antes do primeiro clarão,
Nox cobria os campos com fome.
[Verse 1]
Do ventre escuro vieram caçar,
Dentes de pedra, olhos sem lar.
Cada aldeia fechou seu portão,
Cada criança prendeu a respiração.
[Pre-Chorus]
Lux ouviu o medo sob a terra,
Viu mãos pequenas pedindo manhã.
Tomou uma faísca do próprio peito,
E a ergueu contra a noite irmã.
[Chorus]
Eu sou o dia que rasga o véu,
A lâmina dourada cortando o céu.
Se Nox mandar seus monstros descer,
Meu fogo ensinará vocês a viver.
Humanidade, não se ajoelhe mais,
Há luz bastante para encontrar paz.
[Verse 2]
Ela moldou um coração incandescente,
Prendeu-o ao alto, vermelho e ardente.
Quando o primeiro horizonte abriu,
O medo recuou, o campo surgiu.
[Pre-Chorus]
As feras fugiram das pedras quentes,
Os caçadores perderam a direção.
Lux sangrou ouro sobre os telhados,
E deu às mãos tempo para a proteção.
[Chorus]
Eu sou o dia que rasga o véu,
A lâmina dourada cortando o céu.
Se Nox mandar seus monstros descer,
Meu fogo ensinará vocês a viver.
Humanidade, não se ajoelhe mais,
Há luz bastante para encontrar paz.
[Bridge]
Irmão, teu reino não será infinito,
Nem toda noite vence o coração.
Enquanto houver alguém guardando alguém,
O amanhecer será uma decisão.
[Final Chorus]
Eu sou o dia, o juramento em brasa,
A chama que protege cada casa.
Se a noite voltar para nos ferir,
Nascerá outro sol para resistir.
Humanidade, levantem suas mãos,
Lux vigia o mundo entre clarões.
[Outro]
E quando Nox fechar novamente o céu,
O sol lembrará: o medo não venceu.
Stijl van muziek
dark cinematic symphonic metal, Portuguese female lead vocal, mythic fantasy atmosphere, low string ostinatos, thunderous toms, distorted guitars, choir accents, fragile piano in verses, rising orchestral pre-choruses, massive anthemic chorus, dramatic dynamic swells, wide polished production, bittersweet heroic climax