[Verse 1] Na esquina, o café já chama Pão quente e pressa no olhar Tem quem saia cedo do bairro Tem quem volte sem anunciar
No bolso, a chave e a saudade No peito, um mar sem fim E mesmo longe da varanda Levam a casa dentro de si
[Pre-Chorus] Falam baixo, mas dizem tudo Riem forte pra aguentar Se a vida aperta o passo Eles sabem atravessar
[Chorus] Ó gente de Portugal Leva o mundo no seu sangue Ó gente de Portugal Canta alto, segue adiante Ó gente de Portugal Tem doçura e tem metal Ó gente de Portugal Meu orgulho, meu sinal
[Verse 2] Na mesa, um prato bem servido E histórias pra partilhar Tem avó, tem pai, tem vizinho Todo mundo a completar
Na rua, o nome da terra No abraço, um jeito fiel Quem nasceu vendo o Atlântico Sabe o peso do céu
[Pre-Chorus] Se o vento muda de lado Eles mudam sem cair Guardam sol na memória Pra poderem prosseguir
[Chorus] Ó gente de Portugal Leva o mundo no seu sangue Ó gente de Portugal Canta alto, segue adiante Ó gente de Portugal Tem doçura e tem metal Ó gente de Portugal Meu orgulho, meu sinal
[Bridge] Tem saudade que não pesa Quando vira direção Tem coragem no silêncio E verdade na canção
De Lisboa até ao Norte Vai batendo o coração Onde houver um português Há força na mão
[Chorus] Ó gente de Portugal Leva o mundo no seu sangue Ó gente de Portugal Canta alto, segue adiante Ó gente de Portugal Tem doçura e tem metal Ó gente de Portugal Meu orgulho, meu sinal
Stijl van muziek
Pop fado with steady mid-tempo pulse, handclaps and acoustic guitar arpeggios under a warm bassline; verse stays intimate with close-mic lead and light harmony, pre-chorus opens with rising backing vocals and a snapped rhythmic lift, chorus lands with a chantable group hook and short delay throws on the title phrase. Add subtle bandolim fills, reverse swell transitions, and a bright, polished mix with emotional depth and radio clarity.