[Verso 1] Acordo num mundo que não reconheço Cidades crescem, mas falta o começo Árvores caem sem dizer adeus E o céu já não fala com os olhos meus
Rios cansados de tanto sofrer Carregam mágoas que ninguém quer ver E eu caminho sem entender Se é este o lugar onde devo viver
[Pré-Refrão] Chamam progresso ao que destrói Mas no silêncio algo dói
[Refrão] Sou um estranho neste planeta Terra Num mundo que fere, que grita e que erra Constrói e destrói sem olhar pra trás E esquece o preço que a vida lhe traz
Sou um estranho, perdido a sentir Que tudo o que cresce também vai ruir Se o lar que temos começa a morrer Que futuro ainda vamos ter?
[Verso 2] Fumaça sobe como um sinal De um fim lento, quase banal Animais fogem sem direção Deixando histórias na extinção
O gelo chora no seu silêncio E o tempo grita com mais urgência Mas fecham olhos, fingem não ver Que o fim começa no nosso viver
[Pré-Refrão] Tanto poder pra destruir Tão pouco amor pra construir
[Refrão] Sou um estranho neste planeta Terra Num mundo que fere, que grita e que erra Constrói e destrói sem olhar pra trás E esquece o preço que a vida lhe traz
Sou um estranho, perdido a sentir Que tudo o que cresce também vai ruir Se o lar que temos começa a morrer Que futuro ainda vamos ter?
[Ponte] E se ainda houver tempo pra mudar E se ainda houver chão pra recomeçar Talvez o estranho possa ficar Num mundo que aprenda a cuidar
[Refrão Final] Sou um estranho neste planeta Terra Mas ainda acredito que o amor não erra Que há esperança no que restou Se a consciência acordar no que somos nós
Sou um estranho, mas quero ficar Num mundo que aprenda a respeitar O lar que um dia nos viu nascer Antes que deixe de existir
Stijl van muziek
Rock com guitarra bateria e solos de violino e saxsofone