" Jéffy e o Circo Nacional"

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" Jéffy e o Circo Nacional"
v3.5

@Jeferson Albrecht

" Jéffy e o Circo Nacional"
v3.5

@Jeferson Albrecht

Songteksten
" Jéffy e o Circo Nacional"
(Verso 1)
Bem-vindo ao show, a festa começou,
Mas Jéffy olha em volta e logo travou.
Extrema-direita, santo aloprado,
Brasil de 2024? Só piada de mau gosto e lado.
Onde o burro é rei e o sábio afundou,
Jéffy tenta entender, mas já se perdeu.
Era pra ser filme, virou previsão,
"Idiocracia" virou nossa estação.
(Refrão)
E Jéffy assiste, sem disposição,
Ao caos completo, pura alienação.
Brasil, a distopia virou bacanal,
Onde a burrice é nosso ideal.
(Verso 2)
Água é luxo, floresta é cinza,
Jéffy pensa, “Aqui o futuro desanda.”
Líderes no ringue, rola até telecatch,
Brasil 24/7 num grande stand-up sem sketch.
Promessa vazia, só brutalidade,
Entre memes e gritos, zero profundidade.
Jéffy se pergunta onde isso vai dar,
Num país onde pensar já dá azar.
(Refrão)
E Jéffy assiste, só indignação,
Ao show sem sentido, a manipulação.
Brasil, a distopia virou carnaval,
Onde a ignorância é o grande ideal.
(Ponte)
Vendem o sonho de um mundo fajuto,
A razão virou coisa de estudo de luto.
Machismo e violência, trivialidade,
Jéffy suspira, já sem esperança ou vontade.
(Verso 3)
No filme, isotônico; aqui, mineração,
Destruição a granel, “progresso” sem função.
O riso virou lágrima, o senso sumiu,
No Brasil do Jéffy, ninguém mais viu.
(Refrão)
E Jéffy assiste, sem uma opção,
Ao caos completo, pura alienação.
Brasil, a distopia virou vendaval,
Onde a burrice é nosso ideal.
(Final)
No espelho do filme, um reflexo fatal,
A distopia virou ponto final.
Jéffy caminha, rindo pra não chorar,
Brasil segue o baile, sem acordar.
Stijl van muziek
Trap

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