Desigualdade Imunda

378

Muziek gemaakt door Adriela Xelly met Suno AI

Desigualdade Imunda
v3.5

@Adriela Xelly

Desigualdade Imunda
v3.5

@Adriela Xelly

Songteksten
[Verso 1]
Olho pra rua, vejo as grades, vejo as caras,
Gente lutando, tropeçando nas escadas,
Correria, todo dia, pouca chance,
O topo é pra quem já nasce em berço grande.
Caminho por vielas, vejo os muros pintados,
Desigualdade é o quadro, rosto sujo, maltratado,
Quem corre pra ter tudo, ignora quem não tem nada,
Sistema é cego, mas nós vemos a quebrada.
[Pré-refrão]
Enquanto uns se afogam, outros navegam,
Na maré de grana que nunca se entrega,
Mas o peso é igual, pro bolso, pro chão,
Quem sofre sabe, só sente o arrastão.
[Refrão]
Tudo passa, tudo muda, menos a desigualdade imunda,
Os anos correm, e o sistema afunda,
Falam de progresso, mas é só fachada,
O ciclo segue, quem ganha sempre é quem nada.
[Verso 2]
Becos e vielas, sonhos que se perdem,
Nas telas, nos becos, onde os passos se repetem,
Olhares que buscam o que nunca vão ter,
Promessas vazias, só pra convencer.
Quem nasceu em chão de terra, luta na lama,
Enquanto a elite só brinda com fama,
É um jogo de cartas marcadas, é claro,
Quem tem o poder dita as regras no embalo.
[Pré-refrão]
Quem tá no topo finge que não vê,
Grita que é justo, mas tá longe pra entender,
A dor do silêncio, o peso de acordar,
Com medo no peito, sem saber se vai voltar.
[Refrão]
Tudo passa, tudo muda, menos a desigualdade imunda,
Os anos correm, e o sistema afunda,
Falam de progresso, mas é só fachada,
O ciclo segue, quem ganha sempre é quem nada.
[Ponte]
Sorrisos plásticos, discursos vazios,
Enquanto na favela, os sonhos são frios,
Mas quem sente na pele sabe bem,
A verdade tá nas ruas, não nas mãos de quem tem.
[Verso 3]
Olho pra frente, vejo o mesmo cenário,
Gente que luta, mas fica no armário,
A favela grita, mas ninguém ouve,
Os ricos em palácios, blindados e longe.
Dizem que tudo muda, que a hora vai chegar,
Mas as horas passam e nada parece mudar,
Mais um ciclo, mais uma ilusão,
Enquanto a desigualdade segue a missão.
[Refrão Final]
Tudo passa, tudo muda, menos a desigualdade imunda,
Os anos correm, e o sistema afunda,
Falam de progresso, mas é só fachada,
O ciclo segue, quem ganha sempre é quem nada.
[Final]
No fim do dia, tudo volta pro lugar,
Quem tem, tem mais, quem não tem, segue a lutar,
É um ciclo, um jogo, uma cena repetida,
Enquanto uns ganham, outros perdem
a vida.
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